Roraima cria 246 empregos formais em agosto, mas saldo cai 36% em um mês

Roraima criou 246 empregos com carteira assinada em agosto de 2026, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado vem de 4.642 admissões e 4.396 desligamentos registrados no mês.
Apesar do saldo positivo, o número representa uma redução de 36,3% em relação a julho, quando o estado havia criado 386 postos formais. Naquele mês, foram 4.877 contratações e 4.491 desligamentos.
Com o resultado de agosto, o estoque de empregos formais em Roraima chegou a 86.490 vínculos ativos, 257 a mais que os 86.233 registrados ao fim de julho.
O setor de serviços foi o principal responsável pelo resultado positivo de agosto, com a criação de 234 postos de trabalho. Foram 1.811 admissões e 1.577 desligamentos, elevando o estoque do segmento para 41.291 vínculos.
A indústria abriu 74 vagas no mês, após registrar saldo negativo de 64 postos em julho. Em agosto, foram 364 admissões e 290 desligamentos, com estoque de 6.168 empregos formais.
O comércio também terminou o mês no positivo, com 31 novas vagas. O setor teve 1.770 contratações e 1.739 desligamentos, chegando a 28.270 vínculos.
Construção muda de cenário
A construção apresentou a principal mudança entre julho e agosto. Depois de criar 209 empregos no mês anterior, o setor fechou agosto com saldo negativo de 88 postos.
Foram 522 admissões contra 610 desligamentos. Com isso, o estoque do setor passou de 7.201 vínculos em julho para 7.100 em agosto.
A agropecuária também registrou saldo negativo pelo segundo mês consecutivo. Em agosto, foram 175 admissões e 180 desligamentos, com perda de cinco postos. Em julho, o setor havia fechado 75 vagas.
Comparação entre julho e agosto
| Setor | Saldo em julho | Saldo em agosto |
|---|---|---|
| Serviços | +256 | +234 |
| Indústria | -64 | +74 |
| Comércio | +60 | +31 |
| Construção | +209 | -88 |
| Agropecuária | -75 | -5 |
| Total | +386 | +246 |
No intervalo de um mês, serviços permaneceu como o setor com maior saldo positivo, embora tenha reduzido a geração de 256 para 234 vagas. O comércio também teve desaceleração, passando de 60 para 31 postos.
Já a indústria saiu de um saldo negativo de 64 vagas em julho para a abertura de 74 postos em agosto. Na agropecuária, a perda de empregos foi menor, de 75 para cinco vagas.
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